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Dr. Sergio Cortes ensina como diferenciar os sintomas da dengue e do zika vírus

Os sintomas são muito parecidos entre si, estando entre eles: a febre alta, dores no corpo, nos olhos, musculares e manchas vermelhas na pele.

(DINO) 04/01/2016
Recentemente foi descoberto que, além da dengue, o mosquito Aedes Aegypti também vem sendo o responsável pela transmissão de outros dois tipos de vírus: o zika e o chikungunya. Segundo especialistas, os sintomas das três doenças são muito parecidos entre si, estando entre eles: a febre alta, dores no corpo, nos olhos, musculares e manchas vermelhas na pele, comenta Dr. Sergio Cortes.


Com o surgimento destes novos vírus causados pelo mesmo mosquito, é muito importante ressaltar algumas maneiras de diferenciar cada doença. Os sintomas que se destacam na dengue em relação às demais enfermidades são as dores musculares e atrás dos olhos. O Dr. Sergio Cortes ainda comenta que para esclarecer quanto às semelhanças entre os sintomas do zika vírus e da chikungunya, o enfermeiro Bruno Del Guerra, representante da Vigilância Epidemiológica de Itapetininga (São Paulo), aponta alguns sinais como predominantes de acordo com cada doença. No zika vírus o que predomina é a coceira no copo e a vermelhidão nos olhos. Já no chikungunya as dores nas articulações são bastante intensas.


Apesar de associado ao atual índice de microcefalia em recém-nascidos, estes dados ainda estão sendo estudados, tornando difícil estabelecer o nível de gravidade do zika vírus. O representante disse que, por outro lado, no caso da dengue já se sabe das possíveis consequências hemorrágicas da doença, lembra Dr. Sergio Cortes. Além disso, Guerra ainda enfatiza a importância de buscar assistência médica em caso de surgimento de sintomas que possam caracterizar alguma destas doenças. Segundo o enfermeiro, noticia Dr. Sergio Cortes, estão em andamento estudos para saber se é possível que um indivíduo hospede mais de um vírus ao mesmo tempo.


Sabe-se que não há antiviral ou qualquer tipo de medicamento para solucionar ou prevenir a doença. Sergio Cortes menciona que, conforme informações do especialista, o tratamento para estas doenças está em fase de estudos. Por enquanto, o tratamento deve ser feito com hidratação via oral a base de soro, ou se necessário via intravenosa em unidades de saúde. A hidratação deve ser acompanhada de repouso absoluto por no mínimo cinco dias para restabelecer o vigor físico. Há cerca de quatro anos, o Instituto Butantan, em São Paulo, trabalha na tentativa de criar um antídoto eficaz para o combate das doenças. Já na segunda etapa das pesquisas, o Instituto aguarda que o remédio passe para terceira fase e seja fabricado em escala industrial, relata Sergio Cortes. Os cientistas têm a esperança de que medicamento seja aprovado ainda este mês pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para dar início a última etapa das pesquisas.


Contando com o monitoramento dos pesquisadores, aproximadamente 17 mil voluntários receberão as primeiras doses do novo medicamento. Para os especialistas, comenta Sergio Cortes, a vacina desenvolvida apresentará 80% de eficácia e poderá combater os quatro tipos de dengue. Todavia, ainda não há prazo para o início da última etapa dos estudos. De acordo com a Anvisa o pedido de liberação está sendo analisado. Enquanto não existe solução para estes problemas, só resta à prevenção e eliminação de possíveis focos de reprodução do mosquito transmissor das doenças, ressaltam profissionais da área.


Fonte: Globo

Website: http://sergiocortesoficial.com/
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