Você não é de TI, mas precisa entender de sitemap

Por DINO 26 de julho de 2018
Você não é de TI, mas precisa entender de sitemap

A relação entre seu site e o Google será otimizada se você tiver em funcionamento o sitemap. Não é preciso ser profissional de TI para ativar esse recurso. Primeiro, no entanto, é preciso entender o que é o sitemap. A melhor definição é de autoria do próprio Google:

“É um arquivo onde você lista as páginas web do seu site para dizer ao Google e a outros mecanismos de busca como é a organização do conteúdo do seu site. Os crawlers leem esse arquivo para fazer uma varredura mais inteligente do seu site.”

O sitemap é, tecnicamente, um arquivo XML — formato capaz de armazenar e atualizar dados.

Uma explicação ilustrativa — e clara — sobre vem do site Blue Corona, que afirma que o sitemap é como uma planta de uma casa, que “trata cada página como se fosse um cômodo. Isso mostra para o Google como as páginas e os conteúdos estão organizados”.

 
dino divulgador de notícias

Sitemap não é um elemento crítico de SEO, mas ajuda indiretamente a ranquear páginas à medida que facilita a varredura do site. O próprio Google recomenda que seja usado especialmente por estes quatro perfis:

  • Sites muito grandes, cheio de posts e páginas.
  • Sites que tenham páginas que não fazem links de umas para as outras.
  • Sites novos, como poucos links externos apontando para ele.
  • Sites que usam diversas mídias e que pretendem ser listados nas notícias do Google.

O quarto tópico indica que a atualização de sites que usam sitemap também seja mais ágil. Segundo o Search Engine Land, a existência do sitemap em um site avisa mais rapidamente ao Google e demais motores de busca que um conteúdo foi atualizado. Isso pode ser crítico também para o algoritmo de ranqueamento do Google, o Panda.

Como criar um sitemap?

Existem duas formas de criar um sitemap. Uma mais simples é criar um arquivo em HTML que aponte links para todas as páginas existentes e importantes. A segunda forma é o XML, mais utilizada por ser mais dinâmica. “O sitemap em HTML é mais adequado para orientar os usuários humanos do site. No contexto de motores de busca, o mapa do site, também conhecido como arquivo ‘sitemap.xml’, é que ajuda os crawlers a indexar as páginas do site”, explica o Techopedia.

O exemplo abaixo, retirado do Yoast, mostra como é visualmente um sitemap em XML.

Para colocar o sitemap em funcionamento, considere dois passos simples.

Passo #1: criar o sitemap

A criação de um arquivo XML pode ser feita manualmente, mas isso não faz muito sentido, uma vez que há ferramentas que simplificam essa tarefa. Existem plugins de WordPress que o criam automaticamente. Segundo o site Source WP, sete boas opções são estas:

Se você não usa WordPress, uma saída bastante popular é o XML sitemaps, que em poucos minutos gera gratuitamente um arquivo sitemap em XML. Basta, para isso, acessar o site e digitar o endereço de seu site.

Passo 2: submeter ao Google

Depois de criar o XML, tudo o que você precisa fazer é logar-se no Google e acessar o Search Console. Se for a primeira vez que você usa esse sistema, o Google vai pedir a você que cadastre um site.

O próprio site de suporte do Google dá instruções de como fazer a configuração.

Se, no entanto, você já for usuário do Google Console, bastará acessar seu painel e observar se o sitemap aparece configurado, conforme mostra a imagem abaixo.

A vantagem do sitemap em XML é que ele é configurado uma única vez.

Takeaway

O sitemap é um recurso de configuração simples que indica para o Google e outros motores de busca como é a estrutura do site — e isso ajuda em SEO. O arquivo XML é gerado facilmente e cadastrado no Google uma única vez.

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