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Universidades paulistas investem em recursos hídricos próprios

A crise hídrica de 2015 levou os níveis dos principais reservatórios de São Paulo ao limite, mas apesar de a situação hídrica apresentar melhoras, quatro universidades paulistas procuraram uma solução a longo prazo para garantir que as torneiras não fiquem secas e, assim, reduzir a dependência da rede pública.

São Paulo (DINO) 31/08/2016


O uso de água subterrânea por grandes consumidores também é positiva para a sustentabilidade hídrica da cidade.

A crise hídrica de 2014 e 2015 levou os níveis dos principais reservatórios de São Paulo ao limite e trouxe o fantasma da falta de água. Apesar de a situação hídrica apresentar melhoras, ainda há muito a se fazer. Neste cenário, quatro universidades paulistas procuraram uma solução a longo prazo para garantir que as torneiras não fiquem secas e, assim, reduzir a dependência da rede pública.

A Universidade Presbiteriana Mackenzie, a Universidade Anhembi Morumbi, a Universidade São Judas e a Fundação Cásper Líbero investiram na captação de água por meio de poços. O sistema de abastecimento e tratamento do recurso natural fica a cargo da General Water, a mais importante concessionária particular do país. A empresa, criada em 2000, percebeu aumento na demanda de serviços customizados no interior e na região metropolitana de São Paulo.

“Universidades costumam gastar muita água, principalmente nos sanitários. Quanto mais alunos, mais infraestrutura necessária para manter as atividades”, afirma o engenheiro Fernando Pereira, gerente comercial da General Water. O serviço oferecido às universidades inclui: estudo hidrogeológico do local, construção de poços tubulares profundos, estação de tratamento da água para consumo, legalização do sistema junto aos órgãos competentes e manutenção da estrutura.

O uso de água subterrânea por grandes consumidores também é positiva para a sustentabilidade hídrica da cidade. “Ao possuírem um sistema próprio de abastecimento, as universidades deixam de consumir água da concessionária pública. Assim, este volume pode ser destinado à população. Numa metrópole como São Paulo, que possui uma disponibilidade hídrica de apenas 146 m³/hab/ano (10% do mínimo recomendado pela Organização Mundial da Saúde), esse tipo de sistema gera um grande benefício socioambiental”, explica Pereira.

Com a solução oferecida pela General Water, as unidades educacionais produzem água para abastecer o equivalente a uma comunidade de quase quatro mil habitantes. Além da autonomia hídrica, as instituições reduzem custos financeiros, já que pagam somente pelo o que consomem.

Sobre a General Water
Empresa fundada em 2000 para suprir uma carência intrínseca na região metropolitana de São Paulo: a escassez de recursos hídricos. A filosofia da General Water é proporcionar aos grandes consumidores de água a oportunidade de contar com seu próprio sistema de abastecimento, tratamento de esgoto ou reuso de água, implantado e operado por uma empresa especializada no desenvolvimento e operação de soluções customizadas de saneamento. Ainda dentro da sua filosofia de trabalho, a General Water é responsável por todos os custos, riscos e responsabilidade durante todas as fases do contrato. Cabe aos clientes apenas arcar com a água/efluente produzida nos sistemas.
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Carla Gullo

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