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Tríade muda o nome para Tri Telecom e reposiciona-se no mercado de telecomunicações

Operadora gaúcha de telecomunicações troca de nome e lança produto de fibra óptica até o assinante inovando no mercado gaúcho com oferta de Triple Play: Tv, Internet e Telefone

Porto Alegre, Rio Grande do Sul (DINO) 16/04/2014

Em 2013, para afirmar esta grande mudança de serviço - do rádio à fibra FTTH - , criamos uma nova marca, mais regional, mais simples, mais “tri”.

A Tríade, empresa especializada em telecomunicações que desde 2008 atende a região de Grande Porto Alegre, muda seu nome comercial a partir de 2013 para Tri Telecom. A mudança se deve ao reposicionamento da empresa principalmente no que se refere ao tipo de serviço oferecido. Em 2008, quando começou suas operações, a Tri fornecia aos clientes residenciais internet via rádio. Com rigor técnico e atendimento qualificado foi ganhando projeção até expandir-se para Gravataí, em 2010. Desde então, já contava com 13 ERB’s (Estações Rádio Base) para distribuição do sinal de rádio. Com a demanda crescente de velocidade, a empresa construiu em 2012 a primeira rede de fibra ótica, no distrito industrial de Alvorada, fazendo atendimento a clientes corporativos. De lá pra cá, já construiu mais de cem quilômetros de rede, expandindo o atendimento para a cidade de Porto Alegre e Cachoeirinha.

O marco de 2013 foi a parceria com a empresa Parks (www.parks.com.br) onde, utilizando tecnologia 100% nacional, iniciou um grande projeto chamado Fiber to the Home (FTTH, sendo a operadora pioneira a levar fibra ótica até a casa de seus assinantes.
Segundo o diretor da Tri, Rodrigo Carvalhaes, o grande diferencial desta tecnologia é que a fibra ótica (no modelo tradicional) é levada até um “armário” no bairro. Deste armário, as operadoras saem com par metálico (para ADSL: Oi/GVT) ou cabo (NET) até o assinante. Este trecho de cabo pode ter até 5Km e é o grande fator de desvancimento do sinal. Como o par metálico sofre interferência de raios, oxidação do metal (cobre) emendas, a qualidade do serviço até o assinante tende a só piorar. “No modelo de atendimento de FTTH, nós levamos a fibra ótica diretamente de nossas centrais até a casa do cliente. Cada cliente recebe um fibra ótica até seu modem. É 100% de garantia de qualidade do sinal. Não há tecnologia mais robusta ou segura que esta”, garante Carvalhaes.
Juntamente com o grande investimento de fibra ótica, os quais já se somam mais de um milhão de reais, em 2012 a Tri recebeu a outorga da ANATEL para i a operação de telefonia fixa, possibilitando entregar aos clientes além, de uma internet rápida e estável, um telefone fixo com custo competitivo e totalmente digital. Toda a rede de telefonia foi construída no conceito de Next Generation Network (NGN). De acordo com Carvalhaes, é uma rede moderna, robusta, capaz de agregar serviços de ponta para os clientes.

“Em 2013, para afirmar esta grande mudança de serviço - do rádio à fibra FTTH - , criamos uma nova marca, mais regional, mais simples, mais “tri”. E é com essa marca que queremos que cada gaúcho vincule o conceito de qualidade e excelente serviço ao nosso produto. Por isso, esse é o momento de informarmos a nossos clientes o ponto de mudança. A Tríade passa a se chamar Tri Telecom. É uma mudança de nome, mas não de DNA. Permanecemos apaixonados e incansáveis. Seguimos buscando as melhores tecnologias para oferecer uma experiência única de consumo. O cliente Tri recebe o melhor da tecnologia e a mais estável conexão que ele pode ter. Junta-se a isso, um time sintonizado e apaixonado, que luta diariamente para encantar e superar as expectativas de nossos clientes”, finaliza Carvalhaes.
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