Empresa cria método que bate recorde de vendas em plena pandemia

Crise do novo coronavírus traz impacto ao setor automotivo, mas tecnologia e inovação ajudam na sua reinvenção

Florianópolis - SC (DINO) 5/26/2020
Poucos setores do mercado nacional foram tão afetados pela crise causada pelo novo coronavírus quanto o mercado automotivo.

De acordo com o levantamento da Fenauto (Federação Nacional das Associações dos Revendedores de Veículos Automotores), a última semana de março (quando a quarentena e o isolamento social ganharam escala nacional) representou uma queda de 90% nas vendas das concessionárias.

E isso não é exclusividade do mercado brasileiro. Na Europa, a venda de carros diminuiu em mais de 76% no mês de abril, mostrando que o setor recebeu um baque significativo no mundo inteiro.

No entanto, há uma luz no fim do túnel para os donos de concessionárias, especialmente quando se olha para o trabalho realizado no Brasil e os resultados dos países que estão mais avançados no cronograma da pandemia.

Parte dos motivos para se animar são oriundos das novas formas de vender carros que as concessionárias estão adotando atualmente.
Na impossibilidade de atender os clientes pessoalmente, muitas concessionárias estão utilizando técnicas de vendas remotas ou online, com ferramentas como o WhatsApp ou o Skype, para poderem negociar com os clientes.

E os resultados estão aparecendo. É o que garante a equipe de Alexandre Jacques, consultor fundador do método Pregão de Guerra , que vem revolucionando a maneira como carros são vendidos no país.

"É claro que a quarentena e a crise do novo coronavírus trazem obstáculos enormes para o mercado de venda de automóveis. Por isso, adaptamos nossa metodologia para o momento, unindo ciência ao uso de ferramentas digitais, e seguimos ajudando empresas e pessoas a obterem resultados impressionantes, mesmo em tempos de crise", explica Renata Schweitzer, Gerente Geral do Pregão de Guerra.

Para comprovar que é possível enfrentar a crise de frente, o grupo criou o Pregão de Guerra Digital, um projeto-piloto a fim de adaptar a sua famosa metodologia para o cenário digital.

O Pregão de Guerra é a maior ação de vendas massiva em multimercados do Brasil. Reconhecido pelos resultados impressionantes que ajudam as empresas-clientes a alcançar.

Para isso, a equipe da concessionária passa por um período de treinamento coordenado pelos consultores da metodologia, onde todos os integrantes aprendem técnicas de neurovendas avançadas, além de alcançarem a mentalidade correta para o sucesso.

Antes da quarentena, o Pregão de Guerra era a ferramenta número 1 das concessionárias que queriam conquistar uma maior fatia do mercado, crescer em vendas e aumentar o faturamento.

"Em 127 eventos realizados no país, geramos um faturamento de mais de R$827 milhões para nossos clientes. Destes, 107 eventos foram em concessionárias, resultando em 8.104 vendas de carros", revela a gestora do grupo.

Agora, o grupo criou o Pregão de Guerra Digital com o objetivo de ajudar as concessionárias a saírem da crise causada pelo novo coronavírus e, assim, poderem acelerar a retomada do ritmo antigo de vendas.

Uma das razões que leva o grupo a acreditar que o setor automotivo deverá se reaquecer em breve é o mercado de carros na China.
No alto da crise do coronavírus no país asiático, o seu mercado automotivo também despencou e perdeu 75% das vendas. No entanto, depois que a situação se estabilizou na China, o mercado voltou a se aquecer rapidamente.

De acordo com uma pesquisa da consultoria Ipsos, um dos principais ganhos do mercado de carros chinês é que o perfil do consumidor por lá mudou. Antes do surto do novo coronavírus na China, apenas 1/3 das pessoas que não tinham automóvel consideravam comprar um nos próximos seis meses. Após a pandemia, o índice aumentou para 2/3.

"O principal fator de alimentação dessa demanda aquecida na China foi o medo de usar o transporte público. Os ônibus, trens e metrôs se tornaram férteis vetores de contaminação, o que levou as pessoas a comprarem carros", explica um especialista do Pregão de Guerra.
Portanto, a perspectiva é que um movimento semelhante aconteça no Brasil.

No entanto, os criadores da metodologia acreditam que não basta apenas sentar e esperar que a retomada das vendas venha naturalmente. É ideal que os donos de concessionárias, assim como os vendedores de carros, preparem-se para poder colher os frutos do aumento de demanda que vem por aí.

Por isso, o Pregão de Guerra anunciou o lançamento do curso Vendedor Pregão de Guerra , que promete ensinar vendedores experientes a terem o padrão Pregão de Guerra, com base na metodologia responsável por faturar quase R$1 bilhão em vendas para os seus clientes.

Os vendedores de carro que fizerem o curso aprenderão todas as técnicas de neurovendas, usadas pelo Pregão, além de entenderem como funciona a mente do consumidor, os processos por trás das suas decisões de compra e como se preparar para fechar mais vendas.

Já para os donos de concessionárias que querem preparar a sua equipe para a reaceleração do mercado automotivo, o grupo tem o Pregão de Guerra Digital.

O evento piloto aconteceu com um cliente recorrente do grupo e envolveu um trabalho de vendas online e presencial, seguindo todas as normas de higiene e cuidado que o momento requer. O treinamento proposto pelo Pregão de Guerra com a equipe da concessionária foi online, com acompanhamento presencial para garantir resultados.

Assim, o Pregão de Guerra Digital vendeu 81 carros nos dias de pré-evento e depois mais 73 carros nos dias do evento. No total, foram 154 carros vendidos pela concessionária em 12 dias, mesmo no ápice da crise do novo coronavírus.

"Nosso objetivo é oferecer todas as ferramentas possíveis para ajudar as concessionárias a aquecerem ao máximo o mercado para saírem dessa crise. Com trabalho bem organizado e muita dedicação, é possível retomar o ritmo de vendas e fechar negócios espetaculares", conclui o especialista.
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