Dia do Escritor: A arte de encantar com as palavras

O material aborda o dia do escritor com destaque para o ingresso de três títulos nacionais no mercado.

São Paulo - SP ; Rio de Janeiro - RJ (DINO) 7/26/2014

Meu escrever é o rito do eterno desabafo, por que meu papel não chora, não me repreende, apenas compreende.

Dia do Escritor: A arte de encantar com as palavras

Fazem-nos pensar, sorrir, chorar, viajar, sonhar, criam imagens, apresentam personagens, constroem, destroem, encantam com suas histórias reais e fictícias. Com suas palavras, formas e conteúdos possuem o dom de transformar pequenos momentos em grandes acontecimentos.

Um desses expoentes é o escritor Tito Laraya que apresenta ao público brasileiro seus novos trabalhos: Um sonho dentro de um sonho, A descoberta – O não tempo e Exames.

Sucesso de crítica em Portugal e na Itália os títulos apresentam ao público nacional indagações inquietantes para o autor como: o relacionamento entre um casal inesperado e até mesmo uma mistura de realidade com fantasia.

Na concepção de Tito, “Meu escrever é o rito do eterno desabafo, por que meu papel não chora, não me repreende, apenas compreende, conto e choro a ele as minhas coisas mais íntimas, e ele vai clamando a cada espaço em branco por mais palavras, vou escrevendo o que falta, ora fácil, às vezes aos trambolhões, como o meu pensar, o meu sentir.”

Sobre o dia do escritor:

O dia 25 de julho é um dia dedicado a homenagear o escritor brasileiro, aquele que elabora artigos científicos, a partir de verdades comprovadas, ou textos literários, divididos em vários gêneros. O surgimento da data se deu a partir da década de 60, através de João Peregrino Júnior e Jorge Amado, quando realizaram o I Festival do Escritor Brasileiro, organizado pela União Brasileira de Escritores, a que os dois eram presidente e vice-presidente, respectivamente.

Sobre Tito Laraya

O Escritor Francisco Mellão Laraya, conhecido como Tito, mora em São Paulo, nasceu com 100% de surdes no ouvido direito e 70% de surdes no esquerdo, graças a uma cirurgia aos 14 anos, recuperou a audição só do ouvido esquerdo, é apaixonado pela leitura. Quando começou a escutar iniciou o curso de violão clássico no Conservatório Beethoven, aonde se formou, fez pós em interpretação no Mozarteum, Direito na USP no Largo São Francisco, especialização em Mercado de Capitais na Pace University. Fez a faculdade de direito por que queria ser escritor, mas é muito difícil se manter como tal, só depois de mais velho é que assumiu o gosto pelo dom. Livros editados: Textos Barrocos, Exames, Tito e o pé de Sonho, A Descoberta: O não tempo, O Grão de Areia.


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