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Bronzeamento artificial: aliado ou vilão da beleza?

A popular cor do pecado obtida pela exposição solar também gera problemas estéticos como manchas, flacidez e rugas. Ao colocar estes pontos na balança fica difícil avaliar se o bronzeado solar gera mais benefícios em curto prazo ou malefícios em longo prazo.

São Paulo - SP (DINO) 16/05/2013

Estes efeitos deletérios são causados pelas radiações ultravioletas do tipo A e B (UVA e UVB). Estas mesmas radiações é que garantem que a célula responsável por produção de melanina, que é o pigmento da nossa pele, seja ativada.

O corpo bronzeado, a pele dourada e a marquinha do biquíni ou sunga são buscados no verão e depois orgulhosamente desfilados. A dúvida que resta é saber como manter esta cor o ano todo e, principalmente, de maneira saudável.
A radiação solar é importante no nosso organismo para auxiliar a síntese de vitamina D, fundamental para manutenção de cálcio no corpo. Só que a exposição diária de apenas 20 minutos já seria o suficiente para gerar quantidade suficiente de vitamina D e o excesso de radiação solar começa a gerar moléculas deletérias, como os radicais livres, gerando problemas na síntese de colágeno, elastina, na produção normal de melanina e nos casos mais graves atacando o DNA celular e favorecendo o surgimento de um câncer de pele.
De acordo com o mestre em cosmetologia, Rafael Ferreira, do Instituto Mezzo, na Mooca, em São Paulo, uma alternativa para garantir o bronzeado, sem se expor a radiação ultravioleta seria o bronzeamento artificial por vaporização. "Hoje no mercado existem várias marcas profissionais ou de aplicação caseira, mas de maneira geral elas têm a mesma base de funcionamento, promovendo reação com os açúcares superficiais da pele e gerando pigmentação dourada", afirma o especialista.
O produto age sobre a pele gerando coloração imediata. Algumas marcas garantem que a coloração pode escurecer ao longo de até 8 horas do produto reagindo com a pele. Como é uma reação superficial, após 7 dias a coloração começa a sair da pele.
Algumas pessoas reclamam da pouca duração, mas o bronzeamento tradicional começa a perder a coloração também após 7 dias e ainda provoca toda a problemática da exposição à radiação.
A técnica, além de segura para a saúde, é benéfica para a pele, pois os produtos também são formulados com ativos hidratantes e antioxidantes, que protegem e hidratam a pele ao mesmo tempo em que dão cor.
Outra vantagem é que, como a aplicação é feita em áreas selecionadas, o bronzeamento artificial pode corrigir áreas do corpo que apresentam coloração diferente, como nos braços por conta da exposição parcial, na qual somente o antebraço fica exposto ao sol e nas pernas,
as quais as coxas geralmente ficam bem mais brancas que o resto da perna.
Marcas como de relógio e regatas também podem ser corrigidas com a cobertura superficial. Tmbém pode ser utilizada para mascarar mperfeições como áreas acometidas por vitiligo, celulite a até mesmo varizes.
A Clínica Mezzo Mooca desenvolveu uma técnica de bronzeamento artificial, na qual ela modula o contorno corporal, dando através do bronzeamento impressão de redução de medidas ou até mesmo de definição corporal, garantindo um abdômen de tanquinho em apenas 30 minutos. O bronzeamento artificial é uma técnica que chegou para ficar, garantindo um bronzeamento seguro em qualquer época do ano.
Pra garantir melhores resultados faça uma esfoliação corporal antes do procedimento. É importante que no dia do procedimento o cliente não
utilize nenhum creme corporal ou facial e aplique desodorante somente após a sessão. Banho é permitido somente 8 horas após a aplicação do produto. Também é indicado evitar que a pessoa
deite ou fique muito tempo sentada, para não manchar a pele. Seguindo as orientações e escolhendo uma boa clínica ou profissional da estética para aplicação, é só desfrutar de um belo bronzeado.
Informações de contato

Dr. Rafael Ferreira

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SD Assessoria de Imprensa

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